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Acumulado de emplacamentos de veículos tem alta e setor chega a quase 4,2 milhões de unidades até outubro


Destaque positivo para motocicletas, que têm alta de 15,64% entre janeiro e outubro deste ano. O segmento de duas rodas deve bater recorde histórico e superar as 2.157.288 unidades emplacadas, estimadas para 2025.

Também o Programa Carro Sustentável mostra bons resultados, para os veículos participantes, com mais de 26% de crescimento desde que foi implantado.

Apenas caminhões e implementos registram baixa acumulada, até o momento.

As altas taxas de juros ainda são empecilho para o crescimento mais expressivo de todos os segmentos automotivos em 2025, que ainda assim deve fechar o ano com aumento de 7,2% nos emplacamentos de todo o setor somado.


São Paulo, 4 de novembro de 2025 – De acordo com dados da Fenabrave – Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos Automotores, em outubro, os emplacamentos de veículos registraram alta de 4,84% frente a setembro, somando 493.348 unidades. Na comparação com outubro do ano passado, o resultado foi 8,96% superior e, no acumulado do ano, o total atinge 4.193.560 unidades, avanço de 7,63% em relação a igual período de 2024. O mês de outubro teve 23 dias úteis, um dia a mais do que setembro (outubro/2024 também teve 23 dias úteis).

 “O ritmo diário foi levemente superior ao de setembro e o fato de outubro ter tido um dia a mais ajudou no resultado. Observamos, também, o crédito operando de forma mais funcional — o que tem ajudado a converter intenção em venda — e um ambiente de políticas públicas que favorece eficiência e competitividade no tíquete de entrada, como o Programa Carro Sustentável, que reduziu ou zerou o IPI para compactos nacionais de maior eficiência”, explica o Presidente da Fenabrave, Arcelio Junior.
 

EMPLACAMENTOS DE VEÍCULOS EM OUTUBRO DE 2025 E NO ACUMULADO DO ANO

PROJEÇÕES PARA 2025

Ao comparar os dados de emplacamentos acumulados às projeções divulgadas pela Fenabrave, em outubro, pode-se observar que os resultados estão bastante próximos, na maior parte dos segmentos.

O resultado geral do setor, no acumulado, até outubro, está até um pouco superior, puxado pelo segmento de motocicletas.





Descubra quais carros podem sair de linha em 2026



 O ano de 2026 começou com diversas novidades no mundo automotivo, dentre elas está a notícia de que alguns modelos já consolidados no mercado devem sair de linha ao longo do ano.

O objetivo traçado pelas montadoras será de substituir alguns, e outros serão descontinuados pois já possuem substitutos.

É importante destacar que, devido às normas do Proconve L8, muitos motores foram descontinuados, obrigando certos modelos a sofrer alterações. Por conta dessa mudança, alguns carros não se adaptaram às novas leis e, portanto, sairão de linha. 


5- Renault Oroch

Em janeiro de 2025, a Renault anunciou que a versão Outsider da Oroch, com motor 1.3 TCe, de 163 cv e 27,5 kgfm de torque, seria descontinuada. Com isso, a picape passou a ser vendida apenas nas configurações de entrada, com motorização 1.6 aspirada de 120 cv e 16,2 kgfm de torque. 


A marca, por sua vez, continua oferecendo o motor turbo em carros como a Duster e seu lançamento, o SUV Boreal. Além disso, há expectativas que a picape Niagara chegue às lojas em 2026, e como as versões de entrada serão 4x2 (mesma tração da Oroch), os modelos poderão entrar em conflito, portanto, a Oroch deverá sair de linha.


4- Suzuki Jimny Sierra

O pequeno jipe da Suzuki também pode estar com os dias contados no mercado brasiliero. Apesar de ser um carro honesto, que cumpre bem o seu objetivo, o modelo já não cativa tanto o brasileiro como antigamente. Além disso, por conta das novas regulamentações de emissões, o Jimny parou de ser importado no final de 2024. Entretanto, pouco mais de 1.000 unidades foram trazidas para o Brasil para abastecer as lojas em 2025, e por isso o modelo ainda está disponível nas concessionárias. 


3- Nissan Kicks Play

Vendido no Brasil desde 2016, o Kicks trouxe a Nissan para o segmento de mais sucesso no país, o de SUVs compactos. Por mais que, diferente de seus concorrentes, o modelo vinha com motor 1.6 aspirado, de 113 cv 15,3 kgfm de torque, em relação a conforto e segurança ele se destacava.  Recentemente, a Nissan lançou outro SUV que assumiu não apenas o lugar, como também o nome do modelo. Rebatizado de Kicks Play, o carro manteve a alta nas vendas, superando seu irmão mais novo recém lançado.

Apesar disso, a Nissan lançou um novo SUV batizado de Kait, que tem traços que se assemelham ao Kicks Play, além de manter a motorização aspirada, causando assim, o possível fim do modelo.


2- Hyundai HB20S

O mercado de carros no Brasil parece estar decidido a acabar com os sedans, visto que, as montadoras têm se preocupado mais com diferentes tipos de utilitários e manter apenas um ou dois sedans em seu portfólio. Apesar de uma reestilização do HB20 já ter sido flagrada andando pelas ruas, o modelo não terá uma vertente sedan, e sim um SUV.

Possivelmente virá para competir com Fiat Pulse, Renault Kardian e Volkswagen Tera, mas ainda não há qualquer data de lançamento. Entretanto, a motorização disponível será o tradicional motor 1.0 turbo de 120 cv, e câmbio automático de 6 marchas. 


1- Volkswagen Saveiro

A picape da Volkswagen está há mais de 40 anos no mercado brasileiro, e assim como seus irmãos Gol, Voyage e Parati, chegou a sua hora de se despedir. Ao longo dessas 4 décadas, diversas gerações foram vendidas, sendo algumas delas a Surf, City, Cross, Pepper e Robust. 

Para suprir o lugar da Saveiro, a Volkswagen optou por anunciar uma nova picape que terá versões de cabine simples e dupla, a Udara. A novidade deve chegar para bater de frente com a Chevrolet Montana e a Fiat Toro.


Fonte: www.vrum.com.br

Venda de carros usados bate recorde e culpa é do preço dos novos



 Além dos valores mais salgados dos zero km, juros e liberação de crédito também restringiram as vendas, beneficiando o segmento de usados

A Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto) divulgou o balanço de 2024. Foram 15.777.594 carros usados comercializados – para quem não acompanha este mercado, um recorde.

Segundo Enilson Sales, presidente da instituição, “o crescimento e fortalecimento do setor foi apoiado pelo empenho da Fenauto em várias frentes de trabalho (...) Participamos ativamente em debates sobre crédito, interagimos decididamente junto ao on-line, marcamos presença nos principais fóruns do ambiente automotivo e nos posicionamos fortemente em assuntos nacionais como a reforma tributária, o Renave e o Marco Legal de Garantias. Por isso, nos sentimos orgulhosos por temos contribuído intensamente para promover este crescimento registrado em 2024.”

Interessante, contudo, é observar como ocorreu a distribuição destas vendas:

  • Seminovos entre 0 e 3 anos: 2.541.872 unidades;
  • Veículos de 4 a 8 anos: 3.982.867 unidades;
  • Veículos de 9 a 12 anos: 3.531.095 unidades;
  • Veículos com 13 anos ou mais: 5.721.760 de unidades.

Também importante entender os motivos que levaram ao recorde. Concedi entrevista para a TV Cultura e, lá, expus os seguintes fatores para este recorde: preço, juros e liberação de crédito restringindo o mercado de novos, bem como análise mais apurada sobre o veículo usado, passando pela depreciação e manutenção.


Indústria automotiva brasileira aposta em carros chineses e híbridos em 2025

 

Além da tão aguardada estreia das fábricas locais das chinesas BYD e GWM, outras marcas começarão a produzir híbridos flex no país


O parque da indústria automobilística no Brasil vai ficar diferente em 2025. Uma das maiores novidades será o início de produção de carros de marcas chinesas — híbridos no início e elétricos posteriormente. Além disso, o próximo ano marcará a entrada dos fabricantes veteranos no mercado dos híbridos a etanol, um movimento que tende a destacar o Brasil como polo de desenvolvimento de veículos movidos a biocombustíveis.

O início de produção de carros chineses no Brasil é muito diferente do que foi a estreia de marcas de outras origens, como as francesas Renault, em 1999, Peugeot e Citroën, em 2002, e a coreana Hyundai, em 2012. Tanto as francesas como a coreana — e mesmo as japonesas anteriormente — chegaram ao país de forma tímida, sem fazer alarde.

Mas as chinesas, sobretudo a BYDjá se tornaram conhecidas no mercado brasileiro muito antes de começarem a produzir no país. A BYD inicia a operação da linha de montagem em Camaçari (BA) sendo dona de quase 3% do mercado de automóveis e comerciais leves no Brasil. É a décima marca mais vendida. A GWM, com inauguração da fábrica em Iracemápolis (SP) marcada para maio de 2025, ocupa a 16ª posição.

estreia dos chineses como produtores no Brasil é cercada de muita expectativa. A maior dúvida no setor é saber se essas marcas conseguirão, para os veículos produzidos localmente, preços tão competitivos quanto os que os consagraram com os carros trazidos da China.

A aposta de vários executivos do setor é que a situação mudará quando essas marcas tiverem de se adaptar ao custo Brasil. Por enquanto, as peças serão importadas. Há planos de nacionalizar os componentes, mas isso levará um tempo.

IPVA 2025 MG: tabela de pagamento, valores e desconto



Segunda maior frota do país, Minas Gerais tem novidades no IPVA 2025

A atual de temporada de pagamentos do Imposto sobre a Propriedade de Veículo Automotor (IPVA) tem novidades para donos de carros em Minas Gerais. Diferente da tradição do estado, que previa o início dos pagamentos em janeiro, neste ano o IPVA 2025 MG começa a ser recolhido em fevereiro.

O calendário do IPVA 2025 para Minas Gerais prevê como primeira data de vencimento 3 de fevereiro, abrangendo veículos com placas finais 1 e 2. As demais parcelas estão programadas para março e abril, com vencimentos específicos para cada final de placa.

O estado mantém uma das maiores alíquotas de IPVA do país, com 4% para veículos de passeio, SUVs e caminhonetes. Veículos de locadoras e ônibus pagam uma alíquota reduzida de 1%.

Para 2025, os contribuintes que optarem pelo pagamento em cota única têm direito a um desconto de 3%. Quem se enquadrar na categoria de “bom pagador”, com regularidade nos últimos anos, pode acumular mais 3% de abatimento, totalizando 6%.


Escala de Pagamento IPVA 2025 MG

FINAIS DE PLACACOTA ÚNICA/
1ª PARCELA
2ª PARCELA3ª PARCELA
FEVEREIROMARÇOABRIL
1 e 2030607
3 e 4040708
5 e 6051009
7 e 8061110
9 e 0071211

Por conta dos 4% de alíquota, Minas Gerais possui alguns dos valores nominais de IPVA mais caros do Brasil. Entre os veículos que chamam atenção, destaca-se uma Lamborghini Aventador SVJ. O superesportivo italiano vai pagar R$ 305.319,18 de IPVA 2025 MG.Em segundo lugar, aparece uma Ferrari Purosangue, com um valor de R$ 282.999,60, seguido da 812 GTS, que vai pagar R$ 263.085,18. Ambos exemplificam o impacto significativo do imposto em carros de alto luxo. Minas Gerais não possui em sua base os carros mais caros do Brasil, como a Ferrari LaFerrari ou o Porsche 918 Spyder.

Outro ponto de atenção é a taxa de licenciamento, fixada em R$ 35,18, que deve ser quitada junto ao IPVA para a regularização do veículo. O não pagamento de qualquer uma dessas obrigações pode resultar em multas ou apreensão do veículo.


Isenções do IPVA em MG

O estado de Minas Gerais não possui condições de isenção de IPVA típicas em outros estados. Apenas veículos de coleção podem ser isentos do imposto, enquanto algumas unidades da federação não cobram IPVA de carros a partir de 30 ou 20 anos de fabricação.

Mercado de consórcios cresce 6,2% em vendas Minas Gerais


 

O mercado de consórcios tem crescido no Brasil e consolidado como uma opção atrativa para aquisição de bens e serviços. De janeiro a outubro, o setor registrou um aumento de 6,2% nas vendas em Minas Gerais. Os dados fornecidos pela Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac) englobam os segmentos de imóveis, veículos pesados e leves, motocicletas e serviços.

Em Minas, o total das vendas passou de 303 mil para mais de 322 mil, contribuindo para que as cotas ativas no período superassem 1,1 milhão. Número 12% maior que o mesmo período de 2023 quando havia pouco mais de 993 mil cotas ativas.

Volume que o presidente regional da instituição, Vitor Bonvino, considera bastante expressivo. “Minas tem mantido 10% de participação nas cotas e agora superou o índice um pouco mais. É um Estado forte, rico e que mantém tíquete médio alto”, comenta.


Bonvino também atribui o crescimento à educação financeira que contribuiu muito para o planejamento familiar, além do cenário econômico favorável com baixo índice de desemprego e forte massa salarial.


“O consórcio existe há muitos anos e há algum tempo temos registrado crescimento impactados por estes fatores. As pessoas estão planejando mais, pensando mais antes de gastar. Além disso, estamos com uma economia forte com taxa de desemprego baixa”, diz.

No Estado, o segmento “eletros/outros bens” que contempla eletrodomésticos, celulares, notebooks e mobiliários em geral para casa ou escritório, foi o que mais cresceu em vendas, registrando um aumento de 106%. Este ano, até outubro, foram 7,8 mil cotas vendidas contra 3,8 mil em 2023 no mesmo intervalo.

Os segmentos imóveis, veículos leves e serviços também cresceram. No setor imobiliário, a alta foi de 34%; em veículos leves 3,3% e serviços, 1,1%. Na contramão, os segmentos de veículos pesados e de motocicletas reduziram as negociações no período. O primeiro teve queda de 17,4%, e o segundo, de 3,5% em Minas Gerais.

“O setor imobiliário também tem atraído muita gente. Temos exemplos de pessoas que compram um consórcio de 20 anos. Ou seja, planejando o futuro”, comenta Bonvino.

Entretanto, em termos de número de cotas vendidas, o consórcio de veículos leves ainda é o mais procurado e o mais representativo da área, sendo responsável por quase metade das cotas negociadas (44,14%) no Estado. Ao todo, foram 142 mil em 2024 do total de 322 mil. O segmento é responsável também por 49,7% das cotas ativas no Estado. Ao todo, são 553 mil do total de 1,1 milhão.

O gerente de vendas de consórcio do Grupo Carbel, Helton Alves Gomes, confirma o crescimento neste tipo de negociação. Nas empresas do grupo, que revende nove marcas,  a alta em vendas por consórcio foi de 22,4% até outubro deste ano. Enquanto em 2023 houve venda de 307 veículos com este tipo de negociação no período, este ano até outubro foram 376. Aumentando o volume de negócios de R$ 27,6 milhões para R$ 35,3 milhões, alta de 27,7%.

“O grupo acredita muito no sistema de consórcio. Temos investimentos altos e um marketing muito atuante nessa modalidade”, diz Gomes.