Sistema de Consórcios: o que esperar de 2026


 Próximo do encerramento de um dos melhores anos do Sistema de Consórcios, a ABAC adverte: 2026 promete grandes resultados para o setor. No post de hoje, confira a previsão geral e por segmento do consórcio da assessoria econômica da ABAC.

Considerando a menor evolução do PIB em virtude da política monetária contracionista, o economista da ABAC, Luiz Antonio Barbagallo, entende que “2026 será um ano de implementar muita criatividade, persistir na superação de desafios, levar em conta que, dia após dia, mais brasileiros tomam consciência da importância da educação financeira, condição ideal para o crescimento das adesões, negócios e participantes”. 

Baseado em suas avaliações e ponderações, Barbagallo aponta a previsão para o Sistema em geral, considerando todos os segmentos. “Com a vivência deste ano, acreditamos que o Sistema de Consórcios possa avançar aproximadamente 11,0% em 2026”, estima.  

Previsões por segmento

Ao segmentar a previsão, setor por setor, observam-se estimativas diferenciadas para a venda de cotas de consórcio.

Imóveis – Neste setor, a projeção de crescimento é de 25,0% para o próximo ano. Barbagallo destaca ainda que desde 2019 a média anual de aumento tem sido 21,0%. “Só nos nove meses de 2025 a evolução foi de 32,4%. Com o segmento imobiliário em plena expansão, nada indica que esse quadro mude em 2026”, esclarece.

Motocicletas – No segmento das duas rodas, os cálculos apontam um avanço de 7%. “Neste ano, as expectativas vêm sendo superadas, tendo crescido 9,2% até setembro, acima da previsão conservadora de 2%”, diz o economista.

Veículos Leves – Trata-se do maior segmento do Sistema de Consórcios em participantes ativos, cujo crescimento tem se mostrado constante nos últimos anos. “A perspectiva para 2026 é para os mesmos 6% presumidos para este ano, ” estima Barbagallo. 

Eletroeletrônicos e Outros Bens Móveis Duráveis – “O bom desempenho deste setor deve permanecer em 20% para o próximo ano”, projeta o economista.

Serviços – Após os impactos da pandemia sobre o segmento de serviços, cuja recuperação reiniciou em 2023, houve crescimento de 17,0%, até setembro deste ano, em relação a 2024. Em razão desse comportamento, Barbagallo está sinalizando que a comercialização de cotas de serviços deverá crescer 8,5% em 2026. 

Veículos Pesados – Este setor, único segmento que anotou retração em 2025. Após boas performances em 2022 e 2023 e totalização um pouco inferior em 2024, deverá, segundo o economista, se manter estável no próximo ano. 

Aspectos considerados nas previsões

Para atingir estes percentuais, a assessoria econômica da ABAC associou diversos aspectos. Entre eles, influências do mercado externo; manutenção da taxa de juros – embora seja baixa a correlação das flutuações das taxas de juros com o consórcio; e possível crescimento de 4% da renda familiar, cuja variável tem grande peso para o desempenho do Sistema de Consórcios. 

Todavia, no destaque, a previsão de estabilidade nas vendas de veículos pesados, que reúne máquinas agrícolas, caminhões e outros bens, considerou cautela expressa pelas montadoras devido ao preocupante endividamento e inadimplência recorde do agronegócio, adversidades climáticas e na flutuação das commodities, cujas oscilações de preços acontecem quase que diariamente. 

No que se refere ao que foi estimado pela assessoria econômica da ABAC para 2025, exceto por caminhões, todos os segmentos estão acima das previsões.


Fonte: blog.abac.org.br

Brasil já tem 14 marcas de carros chineses, vejam quais...


Participação de híbridos e elétricos no mercado em 2025 é maior do que o previsto para 2027

A cada dia, uma onda que desde 2022 chacoalha o setor automotivo no Brasil, ganha mais força. Donas de mais de 7% do mercado, as marcas chinesas provocaram a antecipação da eletromobilidade no país em pelo menos dois anos. Com o impulso, perto de 11% dos carros vendidos hoje têm algum tipo de eletrificação na motorização.

O ritmo é acelerado. O número de marcas de carros chinesas no Brasil passou de quatro, em 2024, para 11 em 2025 e na virada do ano já subiu para 14. Há mais duas de caminhões - a Foton, já instalada, e a JAC, em início de vendas. Até novembro de 2025, enquanto o mercado de veículos avançou apenas 1,4%, as vendas das chinesas cresceram 53%, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). No mesmo período, o volume de híbridos e elétricos), uma especialidade chinesa, avançou 57%.

“Não restam dúvidas sobre o impacto. Os chineses, que não tinham uma imagem de qualidade, venceram rapidamente. Essa indústria deixou de ser seguidora de tecnologia para se tornar líder tecnológica, símbolo de qualidade e modernidade que oferece, ainda, uma relação entre custo e benefício melhor. É uma revolução”, afirma Rogelio Golfarb, consultor e expresidente da Anfavea. No início, parecia que a ideia era aproveitar o potencial do mercado brasileiro, sexto maior do mundo, para exportar. Mas isso mudou quando GWM e BYD inauguraram fábricas em 2025. A novidade que agora chama a atenção são as parcerias com montadoras já instaladas no país. Sem erguer um único tijolo, duas marcas chinesas começam a produzir este ano. Ao comprar 26,5% da Renault do Brasil, a Geely poderá usar não só a fábrica em São José dos Pinhais (PR) como a rede de revendedores e estrutura de assistência técnica da montadora francesa. Outra aliança, desta vez global, entre Stellantis e Leapmotor, permitirá à chinesa ter uma linha de produção na fábrica da Stellantis em Goiana (PE).

Antonio Filosa, CEO global da Stellantis, justifica a aliança: “Nos últimos 20 anos a China trabalhou para o longo prazo, de forma visionária e consistente, para criar o ecossistema necessário para fazer carros elétricos competitivos e acessíveis”.

Para Golfarb, as chinesas perceberam na capacidade ociosa na indústria local, que chega a 45%, a chance de produzir a custos mais baixos. A fábrica da Renault tem capacidade anual de 400 mil unidades. Mas usa a metade. Para Cambolive, a parceria com a Geely preencherá o espaço. “O setor automotivo de todo o mundo está olhando o que os chineses estão fazendo no Brasil”, diz Golfarb. Para ele, o Brasil lhes serve de “laboratório”. “O objetivo sempre foi avançar internacionalmente, seja na produção de tênis, navios ou carros.”

A onda chinesa trouxe, ainda, outra modalidade de manufatura. Por meio da parceria com a SAIC e a Wuling na China (SAIC-GM-Wuling Automobile), a General Motors iniciou em dezembro a produção local de elétricos que importava da China. A nova linha de produção não será, no entanto, em nenhuma das três fábricas que a montadora americana tem no país. Será terceirizada. Os modelos Spark e Captiva elétricos serão fabricados na PACE (Planta Automotiva do Ceará), em Horizonte (CE), onde funcionava a Troller, que pertenceu à Ford.

A expansão de vendas e a chegada de novas chinesas levaram o mercado brasileiro a um patamar de eletrificação que supera projeções. Segundo Ricardo Bastos, presidente da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), a entidade calculava que a participação de híbridos e elétricos nas vendas internas chegaria a 10% em 2027. Mas alcançou 10,7% já em novembro de 2025. Uma série de fatores favorece mais crescimento. Um deles é o aumento de pontos de recarga. Embora ainda insuficiente e quase inexistente em regiões rurais, o número de eletropostos

Em dois anos, a quantidade de pontos de recarga saltou de 3,8 mil para 16,8 mil, segundo a ABVE. Além disso, a cada dia surgem carregadores mais rápidos. A WEG, multinacional brasileira, lançou um carregador ultrarrápido, de 640kW, capaz de atender quatro veículos simultaneamente e, segundo o presidente da empresa, Alberto Kuba, “carregar a bateria de um Porsche elétrico em menos de meia hora”. O passo seguinte, diz Kuba, é integrar o carro à casa. Outro equipamento da WEG permite armazenar eletricidade na bateria do carro em horários de menor demanda para, posteriormente, o veículo “descarregar” a energia para a casa em períodos de pico, quando o custo da energia é mais alto. Outro ponto que favorece o avanço da eletromobilidade é o iminente desfecho da discussão sobre segurança do carregamento em garagens de edifícios. Depois da longa polêmica que surgiu com o questionamento do Corpo de Bombeiros, há poucos dias a Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou um projeto de lei que regulamenta a instalação de pontos de recarga em condomínios.

A expectativa que paralisou o setor de construção civil e tende a esfriar as brigas em condomínios residenciais. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), William Esper, a entidade fará campanhas de esclarecimentos para síndicos e companhias de seguro. A ABNT também lançou recomendações para profissionais que trabalham na manutenção de elétricos e híbridos.

A eletromobilidade também avança nas frotas de locadoras, taxis e carros para pessoa com deficiência (PCD). Veículos vendidos nessas modalidades são isentos de impostos desde que produzidos no país. Com a fábrica em Camaçari (BA), a BYD conseguiu entrar na venda direta, segundo Pablo Toledo, diretor de comunicação e marketing. Os preços do Dolphin na venda para frotista, R$ 99,9 mil para PCD e R$ 98,5 mil para taxista. Em parceria com a BYD, a EPR Triângulo, concessionária que administra nove rodovias no Triângulo Mineiro, eletrificou 100% da frota de automóveis, usados no monitoramento das rodovias e rotinas administrativas. Este também tende a ser o ano da ascensão dos chamados híbridos leves, segmento no qual as montadoras veteranas estão investindo. A ABVE não inclui essa categoria na sua contagem de vendas porque no híbrido leve o motor elétrico não faz a tração do veículo. Mas, junto com o motor a combustão, ajuda na economia de combustível e redução de emissões. Já a Anfavea considera esse tipo de carro importante para a descarbonização do transporte, sobretudo quando abastecido com etanol. O híbrido leve tende a ser o “carro popular” da era da eletromobilidade. “É um passo importante para os carros de entrada”, diz Ciro Possobom, presidente da Volkswagen do Brasil. Para Herlander Zola, presidente da Stellantis na América do Sul, primeira das veteranas a lançar híbridos leves a etanol, com esse veículo, em cinco anos, as vendas de híbridos vão superar as de carros só a combustão. A opinião desses executivos é compartilhada por analistas. “Acreditamos na força da união do híbrido leve com o etanol, que, além de ter custo menor, consegue reduzir emissões mais do que o carro elétrico, quando incluída a etapa de produção do veículo”, destaca Masao Ukon, sócio e diretor do Boston Consulting Group (BCG). Para Ukon, daqui em diante, as vendas de eletrificados vão sempre crescer mais do que o mercado geral.

O total de híbridos e elétricos vendidos em 2025 será divulgado esta semana. Cálculos preliminares indicam entre 265 mil e 270 mil unidades, incluindo todos os veículos com algum tipo de eletrificação. Com carreira na indústria e hoje consultor da Bright Consulting, Cassio Pagliarini estima em mais de 400 mil unidades o total de com os híbridos leves e híbridos convencionais, que “têm custo menor, não necessitam da infraestrutura de carregamento e garantem uma forma de cumprir a legislação MOVER (programa federal que oferece incentivos fiscais em troca de atendimento a normas de eficiência energética e emissões)”. Para a engenharia, os híbridos leves ajudam a preservar a produção com alto índice de peças nacionais, o que evita que o grupo de chinesas que montam carros com kits importados modifique a atual estrutura fabril. “A engenharia e a cadeia de autopeças é nosso maior legado”, diz Marcus Aguiar, presidente da Associação Brasileira da Engenharia Automotiva (AEA).


Descubra quais carros podem sair de linha em 2026



 O ano de 2026 começou com diversas novidades no mundo automotivo, dentre elas está a notícia de que alguns modelos já consolidados no mercado devem sair de linha ao longo do ano.

O objetivo traçado pelas montadoras será de substituir alguns, e outros serão descontinuados pois já possuem substitutos.

É importante destacar que, devido às normas do Proconve L8, muitos motores foram descontinuados, obrigando certos modelos a sofrer alterações. Por conta dessa mudança, alguns carros não se adaptaram às novas leis e, portanto, sairão de linha. 


5- Renault Oroch

Em janeiro de 2025, a Renault anunciou que a versão Outsider da Oroch, com motor 1.3 TCe, de 163 cv e 27,5 kgfm de torque, seria descontinuada. Com isso, a picape passou a ser vendida apenas nas configurações de entrada, com motorização 1.6 aspirada de 120 cv e 16,2 kgfm de torque. 


A marca, por sua vez, continua oferecendo o motor turbo em carros como a Duster e seu lançamento, o SUV Boreal. Além disso, há expectativas que a picape Niagara chegue às lojas em 2026, e como as versões de entrada serão 4x2 (mesma tração da Oroch), os modelos poderão entrar em conflito, portanto, a Oroch deverá sair de linha.


4- Suzuki Jimny Sierra

O pequeno jipe da Suzuki também pode estar com os dias contados no mercado brasiliero. Apesar de ser um carro honesto, que cumpre bem o seu objetivo, o modelo já não cativa tanto o brasileiro como antigamente. Além disso, por conta das novas regulamentações de emissões, o Jimny parou de ser importado no final de 2024. Entretanto, pouco mais de 1.000 unidades foram trazidas para o Brasil para abastecer as lojas em 2025, e por isso o modelo ainda está disponível nas concessionárias. 


3- Nissan Kicks Play

Vendido no Brasil desde 2016, o Kicks trouxe a Nissan para o segmento de mais sucesso no país, o de SUVs compactos. Por mais que, diferente de seus concorrentes, o modelo vinha com motor 1.6 aspirado, de 113 cv 15,3 kgfm de torque, em relação a conforto e segurança ele se destacava.  Recentemente, a Nissan lançou outro SUV que assumiu não apenas o lugar, como também o nome do modelo. Rebatizado de Kicks Play, o carro manteve a alta nas vendas, superando seu irmão mais novo recém lançado.

Apesar disso, a Nissan lançou um novo SUV batizado de Kait, que tem traços que se assemelham ao Kicks Play, além de manter a motorização aspirada, causando assim, o possível fim do modelo.


2- Hyundai HB20S

O mercado de carros no Brasil parece estar decidido a acabar com os sedans, visto que, as montadoras têm se preocupado mais com diferentes tipos de utilitários e manter apenas um ou dois sedans em seu portfólio. Apesar de uma reestilização do HB20 já ter sido flagrada andando pelas ruas, o modelo não terá uma vertente sedan, e sim um SUV.

Possivelmente virá para competir com Fiat Pulse, Renault Kardian e Volkswagen Tera, mas ainda não há qualquer data de lançamento. Entretanto, a motorização disponível será o tradicional motor 1.0 turbo de 120 cv, e câmbio automático de 6 marchas. 


1- Volkswagen Saveiro

A picape da Volkswagen está há mais de 40 anos no mercado brasileiro, e assim como seus irmãos Gol, Voyage e Parati, chegou a sua hora de se despedir. Ao longo dessas 4 décadas, diversas gerações foram vendidas, sendo algumas delas a Surf, City, Cross, Pepper e Robust. 

Para suprir o lugar da Saveiro, a Volkswagen optou por anunciar uma nova picape que terá versões de cabine simples e dupla, a Udara. A novidade deve chegar para bater de frente com a Chevrolet Montana e a Fiat Toro.


Fonte: www.vrum.com.br

IPVA 2026 como consultar valores e pagar com desconto máximo

 


OProprietários de veículos em Minas Gerais já podem se organizar para o pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de 2026. Antecipar a consulta de valores e entender o calendário é fundamental para garantir o desconto máximo, geralmente oferecido para a quitação em cota única no início do ano.

O governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Fazenda (SEF-MG), já divulgou a tabela de valores venais e as datas de vencimento. O pagamento da primeira parcela ou cota única com desconto ocorre em fevereiro de 2026, com datas escalonadas entre 2 e 7 de fevereiro conforme o final da placa.


Como consultar o valor do IPVA 2026

A consulta do valor do imposto é um procedimento simples. Para acessar as informações, o proprietário do veículo precisará apenas do número do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam), que consta no documento do carro ou da moto. A consulta pode ser feita no site da SEF-MG, pelo telefone 155 ou através do aplicativo MG App.

O processo online é feito diretamente no site da SEF-MG. Embora o Detran-MG seja responsável pelo registro dos veículos, a gestão do imposto é de responsabilidade da Fazenda estadual. Ao acessar o portal, basta procurar pela área dedicada ao IPVA e inserir o número do Renavam para visualizar todos os débitos, incluindo o valor do imposto para 2026.

Passo a passo para emitir a guia e pagar

Com os valores já disponíveis desde o final de dezembro de 2025, a emissão da guia de pagamento segue um fluxo rápido. O processo permite que o contribuinte escolha a melhor forma de quitar o débito, seja à vista com desconto ou de forma parcelada.

  • Acesse o site: Entre no portal oficial da Secretaria de Estado de Fazenda de Minas Gerais.
  • Encontre a seção de IPVA: Navegue até a área específica para a emissão da guia de arrecadação.
  • Informe o Renavam: Digite o número do Renavam do seu veículo para prosseguir.
  • Escolha a forma de pagamento: O sistema apresentará as opções: cota única com desconto ou parcelamento, geralmente em até três vezes sem juros.
  • Gere o documento: Após a escolha, emita o Documento de Arrecadação Estadual (DAE), que pode ser pago em qualquer agência bancária credenciada, caixas eletrônicos, aplicativos de banco ou casas lotéricas.

O principal atrativo do pagamento à vista é o desconto de 3% sobre o valor total. Quem optar pelo parcelamento, em até três vezes sem juros, não tem direito a este abatimento. O pagamento via Pix também é uma opção, facilitando a quitação por meio de um QR Code gerado na emissão da guia. Atenção: ao pagar com Pix, sempre confira se o nome do beneficiário é "Estado de Minas Gerais" para evitar fraudes.

Isenção por ano de fabricação

Veículos com 20 anos ou mais de fabricação, ou seja, fabricados em 2006 ou antes, são isentos do pagamento do IPVA em Minas Gerais. No entanto, os proprietários ainda precisam quitar a Taxa de Renovação do Licenciamento Anual do Veículo (TRLAV).

Fonte Estado de Minas - em.com.br

SINDCON-MG faz parceria com IGreen. Leia para saber mais e obter seu desconto na fatura de energia!


O Sindcon MG firmou uma nova parceria com a Igreen Energy, trazendo vantagens exclusivas para os  empregados em concessionárias de veículos e administradoras de consórcios por todo o estado. 

Clique no link abaixo, faça seu cadastro e obtenha desconto na sua fatura de energia, sem qualquer custo ou fidelidade.

 Além de pagar menos na sua energia, você também tem mais um novo jeito de economizar, aproveitando vantagens exclusivas, experiências imperdíveis e preços especiais no iGreen Club. Baixe o aplicativo e obtenha descontos no clube de vantagens. 

Confira o vídeo abaixo:








Assinadas as Convenções Coletivas de Trabalho do SINDCON-MG com o SINCODIV-MG e SINAC




SINCODIV

Clique AQUI e veja a convenção Coletiva de Trabalho 2025/2027 SINDCON-MG / SINCODIV-MG (TRABALHADORES EM CONCESSIONÁRIAS DE VEÍCULOS) assinada neste mês de março/2025 entre SINDCON-MG  e SINCODIV-MG.

SINAC

Clique AQUI e veja a convenção Coletiva de Trabalho 2025/2026 SINDCON-MG / SINAC (SINDICATO NACIONAL DOS ADMINISTRADORES DE CONSORCIO,) assinada neste mês de março/2025 entre SINDCON-MG  e SINAC.















Venda de carros usados bate recorde e culpa é do preço dos novos



 Além dos valores mais salgados dos zero km, juros e liberação de crédito também restringiram as vendas, beneficiando o segmento de usados

A Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto) divulgou o balanço de 2024. Foram 15.777.594 carros usados comercializados – para quem não acompanha este mercado, um recorde.

Segundo Enilson Sales, presidente da instituição, “o crescimento e fortalecimento do setor foi apoiado pelo empenho da Fenauto em várias frentes de trabalho (...) Participamos ativamente em debates sobre crédito, interagimos decididamente junto ao on-line, marcamos presença nos principais fóruns do ambiente automotivo e nos posicionamos fortemente em assuntos nacionais como a reforma tributária, o Renave e o Marco Legal de Garantias. Por isso, nos sentimos orgulhosos por temos contribuído intensamente para promover este crescimento registrado em 2024.”

Interessante, contudo, é observar como ocorreu a distribuição destas vendas:

  • Seminovos entre 0 e 3 anos: 2.541.872 unidades;
  • Veículos de 4 a 8 anos: 3.982.867 unidades;
  • Veículos de 9 a 12 anos: 3.531.095 unidades;
  • Veículos com 13 anos ou mais: 5.721.760 de unidades.

Também importante entender os motivos que levaram ao recorde. Concedi entrevista para a TV Cultura e, lá, expus os seguintes fatores para este recorde: preço, juros e liberação de crédito restringindo o mercado de novos, bem como análise mais apurada sobre o veículo usado, passando pela depreciação e manutenção.


Produção de veículos cresce quase 10% no Brasil em 2024

 


Segundo Anfavea, 2,54 milhões de unidades foram fabricadas no país, que retomou a oitava posição entre produtores, no ano passado


A indústria automotiva brasileira registrou crescimento de 9,7% na produção de veículos em 2024. 2,54 milhões de veículos foram feitos no país no ano passado, segundo dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), superando os 2,32 mi de 2023 e atingindo o maior patamar desde 2019.

Vale frisar que no ano retrasado houve queda de 1,9% ante 2022, quando 2,37 milhões de unidades foram produzidas pelas fabricantes instaladas no país. Não à toa, o crescimento em 2024, próximo das projeções (2,56 mi), foi celebrado pela Anfavea.

A entidade ressaltou que o Brasil superou a Espanha e voltou a ocupar a oitava posição no ranking global de países produtores. O top 3 é composto por China (31,3 milhões), Estados Unidos (11,9 mi) e Japão (8,2), algo que na avaliação da Anfavea é absolutamente natural.


"A China é um mercado produtor e consumidor, e praticamente produz a quantidade que consome. Os Estados Unidos idem. Têm mercado de produção e consumo fortes, assim como o Japão", salienta Márcio de Lima Leite, presidente da entidade.

A Índia ocupa a quarta posição no ranking e acende um alerta na Anfavea. Isso porque tem custo de produção mais baixo e começa a produzir para exportação. A título de comparação, 5,6 milhões de unidades foram feitas no país em 2024, contra as já citadas 2,54 mi feitas no Brasil.