1º de Maio

 

tRABALHADOR

Homenagem a todos trabalhadores pelo seu dia
1º de Maio - Dia Internacional do Trabalhador

Comemorado no dia 1º de maio, o Dia do Trabalho ou Dia do Trabalhador é uma data para celebrar as conquistas dos trabalhadores ao longo da história.


A história do Primeiro de Maio mostra, portanto, que se trata de um dia de luto e de luta, mas não só pela redução da jornada de trabalho, mais também pela conquista de todas as outras reivindicações de quem produz a riqueza da sociedade.


No Brasil, a data foi consolidada em 1924. Além disso, a partir do governo de Getúlio Vargas, as principais medidas de benefício ao trabalhador passaram a ser anunciadas nessa data. Atualmente, inúmeros países adotam o dia 1° de maio como o Dia do Trabalho, sendo considerado feriado em muitos deles.


Um pouco de história: 


Na cidade de Chicago, do centro-oeste norte-americano, milhares de trabalhadores protestaram e entraram em greve contra as condições desumanas de trabalho e a jornada exaustiva de 13 horas trabalhadas por dia. Essa greve, ocorrida há 127 anos, paralisou os Estados Unidos. A manifestação foi repreendida pela polícia e resultou na morte de centenas de trabalhadores e prisão de seus dirigentes. Dois anos depois, em 1889, em Paris (França), a central sindical Segunda Internacional institui o dia 1º de maio o Dia do Trabalhador e seguiu a luta pela redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias.


Alguns anos depois o parlamento norte americano votou o estabelecimento da jornada de trabalho de 8 horas diárias, mas essa conquista só foi massificada pelo mundo muitos anos depois através de muitas lutas, greves, prisões e mortes… Sendo uma conquista constantemente ameaçada!

Assinada a Convenção Coletiva de Trabalho 2021-2023 entre SINDCON-MG e SINCODIV

 


Clique AQUI e confira a NOVA Convenção Coletiva  de Trabalho 2021-2023 assinada neste mês de março/2021 entre SINDCON-MG  e SINCODIV-MG.


Na pandemia, consórcio ganha espaço no mercado de veículos



 A participação das potenciais vendas via consórcio no mercado de veículos cresceu em 2020, ano marcado pela retração dos negócios no setor automotivo por causa das restrições impostas pela pandemia da Covid-19. Estudo realizado pela Abac, Associação Brasileira das Administradoras de Consórcio, mostra evolução em todos os segmentos, com maior alta no de motocicletas.

O sistema de consórcio representou 53,8% dos emplacamentos de veículos duas rodas no ano passado, ante fatia de 45,5% em 2019, alta de 8,3 pontos porcentuais.  O levantamento contempla o período de janeiro a outubro, com base nos mais recentes dados divulgados pela Banco Central, mostrando 492,2 mil contemplações em 2020 ante as 489,7 do ano anterior, enquanto as vendas totais recuaram de 1,07 milhão para 945,4 mil.

No segmento de caminhões, a participação subiu de 37,9% para 44,7% - 6,8 pontos porcentuais de expansão. As contemplação subiram de 38,6 mil nos primeiros 10 meses de 2019 para 40,4 mil no mesmo período de 2020. No caso dos automóveis e comerciais leves a alta foi de 2,6 pontos porcentuais, de 24,2% para 26,8%, com as contemplações atingindo, respectivamente, 523,5 mil e 573,9 mil consorciados.

No caso das motos, o destaque ficou com a região Norte, onde as contemplações totalizaram 80,9% dos emplacamentos totais. l participação nas vendas no mercado interno na região Norte. O Nordeste ficou em segundo lugar com 69,7%, seguido pelo Centro-Oeste, com 46,6%. Na continuidade, estiveram o Sul (46) e Sudeste (35,3%).

Já no segmento dos caminhões a maior expansão se deu no Centro-Oeste, onde as vendas potenciais desse produto no mercado total chegou a 73,4%. O Norte ocupou a segunda colocação, com 46%, seguido de perto pelo Sul, com 45,5%. No que fiz respeito aos veículos leves, o Nordste mostrou o maior potencial de vendas via consórcio, com essa modalidade representando 34,8% de participação nos emplacamentos totais.

Apesar da atipicidade do ano passado em função das turbulências da pandemia, Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da Abac, destaca que a maior procura por consórcio demonstra uma evolução do conhecimento do consumidor sobre a essência da educação financeira:  "Ao melhorar a gestão de suas finanças pessoais, ele, evita as compras por impulso e busca custos menores e prazos mais longos".


 

Autor: Redação AutoIndústria

Economistas pela saúde



Enquanto o presidente cultua a morte, hospitais entram em colapso e enterros congestionam cemitérios, mais de 500 economistas, empresários, ex-ministros, banqueiros, juristas, ex-presidentes do Banco Central, acadêmicos e financistas assinam carta aberta a favor de medidas coordenadas contra a devastação social e econômica provocada pela pandemia. "Estamos no limiar de uma fase explosiva da pandemia e é fundamental que a partir de agora as políticas públicas sejam alicerçadas em dados, informações confiáveis e evidência científica", afirmam os signatários da carta. "Não há mais tempo para perder em debates estéreis e informações falsas." Sem mencionar o nome do presidente Jair Bolsonaro, o documento lembra a importância, para o bem e para o mal, das atitudes dos líderes.

"O desdenho à ciência, o apelo a tratamentos sem evidência de eficácia, o estímulo à aglomeração e o flerte com o movimento antivacina caracterizaram a liderança política maior no País", lembra o documento.

A carta apareceu no domingo à noite nos meios de comunicação profissionais. Antes, o presidente Jair Bolsonaro, falando a cerca de cem pessoas, havia discursado contra novas medidas de restrição a aglomerações e à circulação durante a noite. "Estão esticando a corda e faço qualquer coisa pelo meu povo", disse o presidente, em mais uma insinuação de ameaça, logo atenuada: "Qualquer coisa dentro da Constituição". Depois, disse contar com dois exércitos, "o verde-oliva e a população".

Nenhum outro presidente, desde a redemocratização, citou com tanta frequência as Forças Armadas, e nenhum outro as mencionou como se estivessem às suas ordens para impor sua orientação política (ver abaixo o editorial Freando Bolsonaro).

Dois dias antes, a Volkswagen havia anunciado uma pausa de 12 dias na fabricação de veículos no Brasil. O objetivo, segundo a empresa, é preservar a saúde dos empregados e de seus familiares, diante da contaminação crescente e "do aumento da taxa de ocupação dos leitos de UTI nos Estados brasileiros".

É preciso "colocar mais foco nas vacinas" e pensar mais no coletivo que no individual, com distanciamento social e uso de máscaras, disse o presidente da Volkswagen na América Latina, Pablo Di Si, numa entrevista à GloboNews na sexta-feira à noite.

A importância da vacinação e dos cuidados com a saúde, diante do agravamento da pandemia e da lotação de hospitais, foi tratada como evidente por executivos de vários setores, enquanto o presidente Jair Bolsonaro insistia em combater as ações preventivas de governadores e prefeitos, como se fossem violações do direito de ir e vir ou, ainda, imposições típicas de estado de sítio.

São confusões evidentes e perigosas, assim como a insistência na oposição entre saúde e economia.

Muito mais competentes que o presidente Bolsonaro para falar de negócios e crescimento econômico, executivos de alto nível, economistas e financistas têm ressaltado a importância da vacinação e do combate à pandemia para a retomada segura da atividade. "Não é razoável esperar a recuperação da atividade econômica em uma epidemia descontrolada." É necessário e possível, assinalam, proteger os mais vulneráveis, numa fase de isolamento, por meio de programas como o auxílio emergencial, e apoiar as empresas médias e pequenas.

Quatro providências básicas são destacadas: apressar a vacinação, incentivar o uso de máscaras, implementar medidas de distanciamento social e criar mecanismo de coordenação nacional do combate à pandemia. Cada uma dessas medidas pode envolver detalhes mais ou menos complexos, mas todas são indispensáveis, e a hipótese de um lockdown coordenado nacionalmente é considerada. Fecho da carta: "O Brasil exige respeito".

O documento contém demonstrações dos enormes ganhos econômicos - e também fiscais - de uma política bem estruturada de enfrentamento da crise sanitária. Não se sabe se o presidente leu ou lerá a carta. O texto é comprido, cheio de letrinhas, e é muito mais fácil berrar ameaças diante de um punhado de apoiadores na frente do Palácio da Alvorada.


Fonte: O ESTADO DE S. PAULO