Feliz Natal e um Excelente Ano Novo!



A toda nossa categoria, desejamos um lindo natal, repleto de muita união e amor! Que em 2019 esteja repleto de muitas alegrias, saúde, paz, prosperidade e esperança de dias melhores! Que no novo ano possamos colher os frutos de tudo que plantamos este ano: trabalho, respeito, seriedade, transparência e reconhecimento! Contem sempre conosco e com o nosso trabalho incessante na defesa dos direitos e na conquista de benefícios para os trabalhadores da nossa categoria!

Montadoras minimizam fala de Guedes de que Mercosul não é prioridade


O setor automotivo tenta demonstrar tranquilidade diante de Guedes sobre o Mercosul.

“Argentina e Brasil têm relações muito sólidas, não acredito que algo venha a causar qualquer tipo de interferência”, diz Marco Silva, presidente da Nissan do Brasil.

O executivo afirma que aproximadamente 20% da produção nacional da Nissan vai para a Argentina. A fábrica da montadora fica em Resende (RJ), onde são feitos os modelos Kicks, March e Versa.

Segundo Silva, carros produzidos no país vizinho chegarão ao Brasil em maior volume a partir de 2019. “Depois do investimento que fizemos em Córdoba, acreditamos que essa dependência mútua será ainda mais consolidada, estou muito tranquilo quanto a isso.”

O presidente da Nissan se refere ao início da produção da picape Frontier na fábrica de Santa Isabel, um investimento de US$ 600 milhões (R$ 2,2 bilhões) com capacidade para montar 70 mil unidades por ano. Cerca de 50% da produção será voltada à exportação, sendo o Brasil o principal mercado.

Segundo presidente da Nissan, grande parte da produção argentina da picape Frontier deve vir para o Brasil

O modelo de origem japonesa vai dividir a linha de produção com as picapes Mercedes Classe X e Renault Alaskan.

Ricardo Bastos, diretor de assuntos governamentais da Toyota, também minimiza as declarações de Guedes.

“A possibilidade de maior flexibilidade para o bloco ou os países poder fazer negociações bilaterais pode ocorrer sem ruptura da integração já alcançada entre os membros.”

A Toyota produz a picape Hilux e o utilitário SW4 na fábrica de Zárate. Somados, os modelos tiveram 37,1 mil unidades emplacadas no Brasil entre janeiro e setembro.

Outras fabricantes que produzem automóveis nos dois países preferiram não se pronunciar, por acharem que ainda é cedo para dar qualquer tipo de declaração.

Apesar de a relação comercial entre os países ser considerada restritiva por Guedes, que deseja estabelecer contratos mais globais e vultosos, o acordo entre Brasil e Argentina no setor automotivo já tirou um e outro de apuros.

As exportações de carros para a Argentina chegaram a representar cerca de 75% do total no setor. Entre 2014 e 2016, anos de forte queda nas vendas internas, esse volume ajudou a manter produtivas as fábricas instaladas no Brasil.

Com a crise argentina-os emplacamentos por lá caíram 35% na comparação entre setembro de 2018 e de 2017, essa participação caiu para 50%. Ainda assim, o país vizinho é o maior comprador dos carros nacionais.

Por outro lado, a retomada do mercado brasileiro favorece aos argentinos. A Volkswagen prevê um crescimento de 8% neste ano na produção de sua fábricaem Pacheco. Amontadora faz a perua SpaceFox e a picape Amarok nessa unidade.

Em novembro de2017, aVolks anunciou um investimento de US$ 650 milhões (R$ 2,4 bilhões) na linha de produção argentina. Um novo utilitário de porte médio será feito no país vizinho, tendo mais uma vez o Brasil como principal mercado.

O setor calçadista, também relevante na relação comercial entre entre os países do Mercosul, é outro que minimiza as declarações de Guedes.

Para o presidente da Abicalçados (Associação Brasileira das Indústrias de Calçados), Heitor Klein, o que já está definido não deve ser alterado. “É preciso manter a área de livre-comércio com o Paraguai a Argentina e o Uruguai. Mas, não acredito que se possa regredir nessa relação.”

Klein diz também que os países não têm caminhado para outros acordos. “A realidade é que não temos avançado muito como mercado comum. Com a União Europeia, por exemplo, está há algum tempo parado.”

Fonte: http://www3.fenabrave.org.br:8082/plus/modulos/noticias/ler.php?cdnoticia=12438&cdcategoria=1&layout=noticias

Justiça libera instalação de placas veiculares no padrão Mercosul


A Justiça derrubou a liminar que impedia a implantação das novas placas veiculares no padrão adotado pelos países do Mercosul. O pedido foi feito pela AGU (Advocacia-Geral da União) e deferido pelo presidente do STJ (Supremo Tribunal de Justiça), ministro João Otávio de Noronha.

No dia 10 de outubro, as resoluções que que regulavam a mudança foram barradas pelo Tribunal Regional Federal da 1ª região (TRF-1), em Brasília. No despacho, a desembargadora Daniele Maranhão Costa argumenta que o credenciamento dos fabricantes de placas deve (segundo o Código de Trânsito) ser feito pelos Detrans, e não pelo Contran, e que a adoção ocorreu antes que se implantasse o sistema de consultas e informação das novas placas.

O Rio de Janeiro, primeiro estado a aderir, iniciou a instalação das placas no início de setembro. O Contran havia determinado que todos os estados deveriam implementar a nova placa até 1º de dezembro.

Há mais de quatro anos em planejamento, a inclusão do Brasil no modelo de emplacamento do Mercosul já foi adiada outras três vezes.

Centrais Sindicais vão intensificar luta por reforma da previdência justa


As centrais sindicais CSB, CSP/Conlutas, CTB, CUT, Força Sindical, Intersindical e Nova Central decidiram nesta quinta-feira (1º), na sede do Dieese, em de São Paulo, intensificar a luta contra a proposta de reforma da Previdência anunciada recentemente por intermédio dos meios de comunicação.

Durante a reunião desta manhã os sindicalistas elaboraram um documento unitário com as próximas ações do movimento sindical, entre as quais a realização de um seminário, em 12 de novembro, para iniciar a organização da campanha nacional sobre a ‘Previdência que queremos’.

“É hora de fortalecer a unidade do movimento sindical. Bolsonaro quer aprofundar a agenda golpista imposta pelo governo ilegítimo de Michel Temer. Os dois compartilham objetivos semelhantes em relação à Previdência e ambos querem o fim do sistema público de aposentadorias”, afirma Adilson Araújo, presidente da CTB.

Miguel Torres, presidente da Força Sindical, ressalta que a única forma de os trabalhadores lutarem para impedir a aprovação de uma reforma que retira direitos é fortalecer ainda mais a unidade de ação. “A unidade, a resistência e a luta serão fundamentais para barrarmos mais este retrocesso e os graves impactos da ‘reforma’ na vida dos trabalhadores e trabalhadoras.”

Além da unidade de ação do movimento sindical, João Carlos Gonçalves, Juruna, secretário-geral da Força Sindical, destaca que os trabalhadores devem participar da construção de uma proposta que não os prejudique no momento de se aposentarem. “Devemos seguir firmes e organizados na busca de um consenso em torno de uma reforma que garanta justiça social.”

Clique no LINK e confira a íntegra do documento.